No final, todos perdemos


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“Disse-lhe João: Mestre vimos um homem que, em teu nome, expelia demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não seguia conosco. Mas Jesus respondeu: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e, logo a seguir, possa falar mal de mim. Pois quem não é contra nós é por nós” (Marcos 9:38-40).

“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos”. (Gálatas 5:13-15)

No fechamento do cânon sagrado, Deus usou as situações para nos ensinar; ensinar-nos a humildade, ensinar-nos a termos respeito entre uns e outros, ensinar-nos que muitos lutam a mesma luta, mas com meios diferentes; ensinar-nos que existe “Um” juiz e a Ele apenas cabe o julgar as pessoas e suas atitudes. Infelizmente mesmo após o fechamento do cânon, os mesmos comportamentos se repetem, homens que como João (Mc 9:38) se acham “servos exclusivos de Deus” e não partes de um corpo e que as vezes são até as mais insignificantes. Homens que se esquecem que foram chamados a liberdade, mas esquecessem disso e dão liberdade a carne (Gl 5:13).

O povo de Deus, já presenciou muitos debates e “embates” que geraram apenas desgaste, e no final todos perdemos. Já se discutiu vestes, música, instrumentos, palmas, danças, abluções, e muito se perdeu. Hoje a rede mundial que poderia estar sendo usada para glória de Deus, e, diga-se de passagem, em muitos casos esta, tem sido palco para o “embate” de  artigos; Cheios de suas razões, convictos de suas certezas, tentam provar uns aos outros quem esta certo. E ainda não bastando tal comportamento, adeptos que tem instrumentos para comunicação da massa se juntam a tal espetáculo onde apenas a hoste do mal aplaude.

Por que não tomar o exemplo do arcanjo Miguel, “…quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda! (Judas 9) Um ser, em seu estado perfeito, sem a corrupção do pecado, diante de outro ser que não guardara seu estado natural, dois extremos de frente, ainda assim, aquele que era puro não ousou proferir insultos ao outro ser criado por Deus. Por que não tomar tais exemplos? Deixar para que o reto Juiz julgue?

A Bíblia nos lembra que as pessoas de Deus seriam espetáculo ao mundo (1Coríntios 4:9), mas infelizmente alguns tem dado um espetáculo que não tem graça nenhuma. Por que não tomarmos o exemplo de Jesus, que ao ser humilhado, a si mesmo se esvaziou? (Filipenses 2:7), por que não tomar o exemplo de Estevão que ao ser “apedrejado” clamou em alta voz: Senhor, não lhes impute este pecado (Atos 7:60).  As palavras de Davi nos deviam causar temor e tremor “Davi, porém, respondeu a Abisai: Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do SENHOR e fique inocente? (1Samuel 26:9).

É tempo de estendermos o cetro da misericórdia como fez Assuero (Éster 5:2), é tempo de amarmos uns aos outros como ordenou Jesus (Jo 13:14), pois é nos tornando fracos, que somos fortes (2 Coríntios 12:10).

Se tais atitudes não forem tomas, no final destes “embates” veremos que todos perdemos!

Evangelista  Mário L. de Brito

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Email: brito1708@gmail.com

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