A quem devemos orar

O espírito de um conquistador

Ao apresentar este assunto pedi insistentemente a orientação de Deus para transmitir a Sua Palavra. Reconheço que causará embaraço, mal-estar e ira das pessoas que fizerem um julgamento apressado sem ler o texto até ao final. Também estou ciente de que mesmo dizendo o que a Palavra de Deus diz, muitos não a aceitarão e farão um enorme rol de críticas. A intenção deste estudo não é contra ninguém, não o é certamente contra algum credo, religião ou seita religiosa. Não tem intenção de ferir, de criticar ou de ser maledicente.

Não. Quando se aprofunda um estudo, há que ir às raízes, buscar elementos que suportem as afirmações, fazer uma exegese no sentido de que os argumentos não se contradigam nem sejam falsos mas, tentar de um modo simples mas preciso demonstrar o que se afirma, considerando que todos, sem exceção merecem o nosso respeito. Tenho, pois, por obrigação esclarecer que baseei este estudo maioritariamente nas versões da Bíblia Sagrada Católica (ed Ave Maria e on line), Bíblia Sagrada na Tradução de João Ferreira de Almeida (traduzida, revista e fiel ao texto original) e na versão inglesa King James, através das quais foram feitas comparações que eliminassem quaisquer dúvidas.

Posto isto e feitas as respectivas ressalvas abordemos então o assunto: A quem devemos orar, ou a quem dirigir as nossas preces? Ou orar versus rezar?

É uma pergunta pertinente e que a maioria das pessoas não a faz. Por tradição as pessoas oram conforme foram ensinadas em casa pelos pais, na catequese, na Igreja, na Escola Dominical, entre muitas outras. Pois bem, o que nos ensinaram então? O que nos ensinaram nossos pais em casa? Consoante a crença ali professada assim fomos ensinados. Na catequese aprenderam a rezar o terço como modo mais frequente e sem demasiadas explicações. Numa qualquer igreja ou religião será dirigida a quem o Pastor, Bispo, Sacerdote indicar. Na Escola Dominical e nas Igrejas Evangélicas as orações são dirigidas a Deus. E, nos respectivos lares de cada seguidor destas instituições farão em conformidade com o que aprenderam.

Antes de entrar mais profundamente no estudo façamos aqui uma comparação até para se perceber melhor aquilo que estamos tratando: Rezar versus Orar.

Rezar significa dizer de uma oração, prece ou frase previamente estruturada, cuja repetição é estabelecida pelo próprio ou ordenada por um clérigo ou tantas vezes quantas necessárias para alcançar alguma graça. Esta prática consiste em rezas mecânicas, automáticas, sem a percepção do seu significado e, fatalmente sem ser dirigidas de forma Orar é um acto pessoal de quem se dirige apenas a Deus em comunhão com Ele, para Lhe fazer um louvor ou um agradecimento ou um pedido. Significa abrir o coração a Deus como Alguém vivo, junto de si, e um amigo. Pode afirmar-se que a oração é a melhor oportunidade que Deus nos concede para conversar com Ele e manter um relacionamento Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes (Mateus 6:6-8).

Façamos um parêntesis para esclarecer que não existe nenhuma contradição entre o conselho que Jesus Cristo nos deixou para não usarmos de vãs repetições e a oração modelo de Pai Nosso. Este modelo de oração no qual podemos aprender imensas lições não é apenas para ser eternamente repetido sem pensar. Dá-nos indicações de diversos assuntos para apresentar a Deus. Não será certamente por muito falar ou repetir o Pai Nosso que seremos ouvidos. Não estejais inquietos por coisa alguma: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas com acções de Voltando ao assunto, vamos à Bíblia Sagrada e certifiquemo-nos que há que orar com fé na esperança de Deus responder a essa oração de acordo com a Sua vontade. Ora sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus, creia que Ele existe e que é galardoador dos que buscam (Hebreus 11:6). Deus escuta as orações e reponde. Não obstante, só nos concede o que for bom para nós e não necessariamente aquilo que queremos. Se pedirmos aquilo que não for de acordo com a Sua vontade, Deus nos responderá de outra maneira tendo, porém, sempre em vista o Alguém rezando o terço não introduz as suas angústias, não fala o que está sentindo ou precisando a Deus. Está simplesmente recitando um texto que não traduz as suas necessidades. E porque decorou esse texto fala só o que decorou, não apresenta a ninguém os seus rogos ou acções de graças e terá certamente dificuldade em se afastar do estabelecido. O que foi por outros estabelecido, não reflecte o estado de espírito nem as necessidades da pessoa que está rezando. Assim, ficam sem fruto, estando porém na convicção de que se esforçaram rezando uma dezena de vezes o mesmo texto.

Faça o leitor um pequeno exercício para se aperceber do que está em questão. Reze alto para se ouvir. Depois certifique-se do que disse e a quem o disse e se isso expressa o seu sentimento, aquilo que necessita ou o que realmente quereria ter dito. Se encontrar contradições deve procurar ajuda para saber o que vai dizer ou a quem dirigir as suas preces. Pedis e não recebeis porque pedis mal, para gastardes em vossos deleites (S.Tiago 4:5). Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal (I Pedro 3:12). Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós (I Pedro 5:6-7). Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Timóteo 3).

Além de pedirmos com fé, é importante frisar também, que em todas as nossas orações, devemos orar sempre em nome de Jesus, conforme Ele mesmo nos ensinou no Livro Sagrado. Eis alguns exemplos retirados da Bíblia, que nos ensinam a orar em nome de Jesus. Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim (S. João 14:6). E tudo quanto pedirdes em Meu nome Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho (S. João 14:13). Não me escolhestes vós a mim, mas Eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em Meu nome pedirdes ao Pai Ele vo-lo conceda (S. João 15:16). Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a Meu Pai, em Meu nome, Ele vo-lo há-de dar. Até agora nada pedistes em Meu nome; pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra (S.João 16:23-24). Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Efésios 5:20).

Dos exemplos retirados da Bíblia Sagrada podemos verificar que existe diferença entre rezar e orar. Também existe diferença a quem devemos dirigir as nossas orações, ficando claro que, se não aceitarmos os ensinamentos da Bíblia, nada nos serve qualquer reza ou oração. Cada crente da sua religião ou credo dirige as suas orações ao Deus ou entidade que representa essa confissão e, assim, no mundo existem centenas de religiões que apresentam petições a centenas ou milhares de entidades supostamente divinas e assim ensinam os seus discípulos. Muitas dessas preces são maquinais, pré-concebidas, decoradas e automáticas. Onde foram buscar instrução para agirem desse modo? Se se afirma que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus é lá que devemos buscar essa instrução.

Qualquer reza ou oração que não seja feita de acordo com a vontade de Deus, não passa de palavras vazias, nada resultando em benefícios de quem as faz. A oração traduz o que a pessoa quer falar com Deus, os seus desejos, anseios, necessidades ou acções de graças.

É a expressão dos sentimentos das pessoas dirigidas a Deus e não são meras repetições, porque cada vez que alguém se dirige a Deus tem certamente assuntos diferentes, ou os mesmos ditos por outras palavras. Não são meras repetições. Por seu turno a reza é o desfilar de uma série de repetições que a pessoa não sente e não se coadunam com o seu estado de espírito, porque repete automaticamente o que decorou. Ora como disse Jesus: Não useis de vãs repetições (S.Mateus 6:7), quis certamente deixar-nos ensinamentos que resultem a nosso favor. A oração é dirigida à entidade Superior do Universo, a Deus.

Então é tempo de buscar a Deus de acordo com os ensinamentos da Bíblia Sagrada.

Algumas orações deixam de ser respondidas porque de forma alguma representam a vontade de Deus. São a expressão do egoísmo humano (S.Tiago 4:3). Essas orações para nada servem porque se trespassam a si mesmas com veleidades e egocentrismos.

No Antigo Testamento, a oração era comum em importantes personagens bíblicas como Abraão, Moisés, David, Isaías e do próprio povo de Deus, sendo os Salmos a sua expressão mais viva. Porém, no Novo Testamento, Jesus apesar de estar em íntima comunhão com Deus Pai é considerado o perfeito modelo e mestre de oração, súplicas e acções de graças.

Jesus para além de ensinar o Pai Nosso ensinou também os discípulos e orar persistente e devotamente, dando-lhes as indicações adequadas para uma verdadeira oração, tendo-lhes o mesmo Jesus dado a garantia de que seriam ouvidos nas orações que fizessem, porque Ele intercederia por eles a Deus e lhes sugeriu: pedi e recebereis para o vosso gozo seja A oração, no que concerne às igrejas cristãs é a comunicação e o fruto consciente do relacionamento com Deus, durante a qual a pessoa agradece, louva, intercede pela vida de outros, roga e, através dela pode desfrutar da presença de Deus. Todos oram diferente porque todos sentem diferentemente uns dos outros.

As preces são dirigidas a Deus (mas no caso da igreja católica romana são dirigidas a Nossa Senhora ou em nome dela, ou de santos intercessores, o que não é feito pelos chamados protestantes/evangélicos em geral), que a fazem por mediação única de Jesus Cristo e podem ser feitas em voz alta, falada, em canção ou em silêncio.

O objectivo da oração não é o de alterar a vontade de Deus, mas sim de obter para si mesmo e/ou para outras pessoas bênçãos e graças que Deus já estaria disposto a conceder, mas que deveriam ser solicitadas para se obter. (S.Mateus6, 5-13).

Não encontro, nenhuma indicação na Bíblia Sagrada de que se deva pedir a intermediários, sejam eles quem forem, (porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem, I Timóteo 2:5), nem tão pouco dirigidas a outra entidade que não seja ao próprio Deus. Vejamos o texto em I S.João 5: 7: Porque três são os que testificam no céu: O Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um (Trad. João Ferreira de Almeida, traduzida, revista e fiel ao texto original).

For there are Three who give testimony in heaven: the Father, the Word, and the Holy Spirit.

And these Three are One (Catholic Public Domain Version).

For there are three that bear record in heaven, the Father, the Word, and the Holy Ghost:

and these three are one (King James Version – (Inglês).

Oti treiV eisin oi marturounteV en tw ouranw o pathr o logoV kai to agion pneuma kai outoi oi treiV en eisin (Septuaginta Grego).

Deixe-me fazer aqui uma analogia para perceber o ponto de vista em questão: O caro leitor quanto deseja pedir algo, certamente o fará a alguém vivo. Só essa pessoa o ouve e reponde sim ou não. Correcto? Certamente não pedirá a alguém que faleceu porque os mortos não falam nem respondem. Como pois rogar a alguém que não vive? Quando alguém morre toda a sua capacidade de comunicação termina. Os que morrem não poderão falar do que os levou a esse destino neste mundo. Também não se conhece ninguém que possa afirmar: Eu já fui morto e estou vivo. Esclareço que no mundo espiritual, de acordo com a Bíblia Sagrada só um morreu, ressuscitou, está vivo e é quem intercede por nós, Jesus Cristo. Depois da ressurreição Jesus falou dessa maneira ao dirigir-se ao apóstolo S. João, sendo que essa afirmação (fui morto) proclama a vitória de Jesus sobre a morte. Está Podemos inferir que, a orar ou pedir algo será a Deus, somente a Ele e em nome de Jesus Cristo. Todas as outras petições feitas a homens ou mulheres que morreram nada beneficiam aos que a eles recorrem. Caso contrário, estaríamos a retirar autoridade a Deus.

Como poderá Deus atender a petições que não lhe são dirigidas? Como poderá o caro leitor responder a alguém que se dirige a outrem? A única pessoa que se interpõe entre nós e Deus é Jesus Cristo, daí a razão pela qual nos devemos dirigir a Deus pedindo e agradecendo em nome de Jesus Cristo.

Ouço e leio que muitas pessoas se dirigem a outras personagens com seus rogos e petições estando firmemente convencidas de que serão ouvidas. Porque o fazem? Muito  provavelmente porque assim foram criados e ensinados. Mas será que essa conduta corresponde ao que a Bíblia Sagrada ordena? Ocorre-me citar textos bíblicos tais como: este povo honra-me com os lábios mas o seu coração está longe de mim, em vão porém me honram ensinando doutrinas que são mandamentos de homens (S.Marcos 7:6-7); porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus. Replicando à igreja de Roma no tempo do apóstolo S. Paulo diz o seguinte: porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus mas não com entendimento, porquanto não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê (Romanos 10:2-4). É o que tem acontecido até ao dia de hoje em que a Igreja de Roma tendo conhecido a Deus, não o glorifica como Deus, nem lhe rende graças, antes em seus discursos se desvanece, e o seu coração insensato se obscurece. Dizendo-se sábia, torna-se louca. E mudou a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível… pois mudou a verdade de Deus em mentira, e honra e serve mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus a abandonou…(Romanos E porque chamam Maria mãe de Deus maior confusão se estabelece em seus espíritos, não discernindo uma tremenda e subtil armadilha do diabo para colocar Deus abaixo da Sua criatura. Ora se Deus criou a mulher (e Maria foi criada como todos nós) como pode Deus ser filho de Maria? Como se pode conceber que a criação seja mãe do Criador?

Autêntico absurdo. Isto é mais uma das mentiras que satanás coloca nas doutrinas da igreja para tentar eclipsar Jesus e relegar Deus para um plano inferior a Maria. E é o que tem acontecido desde séculos em que as preces são dirigidas a Maria colocando Deus fora da questão e dando a entender que Jesus está esquecido e fora de questão. Pense um pouco por si próprio e veja se é possível?

Até ao dia de hoje as afirmações de S. Paulo à Igreja de Roma são reais, uma vez que no presente os seus fiéis se dirigem a Maria, fazem procissões a Maria, sendo Maria a sua guardiã. Esclareço aqui o meu respeito por Maria que foi usada por Deus para que o plano divino de salvar a humanidade fosse possível. Daí que seja bem-aventurada. Mas Maria não tem nenhum poder, porque tal como qualquer ser humano morreu. As suas obras a seguem por dizer por exemplo: Fazei tudo o que Ele (Jesus) mandar. No entanto, a Igreja de Roma não aplica estas palavras e não escuta o que Jesus mandou fazer. Recordo o que Jesus estando ainda na cruz ordenou ao apóstolo João: Ora Jesus vendo ali a sua mãe e que o discípulo aquém Jesus amava estava presente disse: mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: eis aí a tua mãe; e desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. (S.João19:26-27). Notemos que o próprio S. João que tendo adoptado Maria, jamais se referiu à necessidade de alguém dirigir os seus rogos a Maria e, nem mesmo os filhos de Maria e irmãos de Jesus (S. Tiago e S. Judas) o fizeram. Maria pertence a este reino como todos nós. O Reino espiritual não se rege pelos ditames do humano. O apóstolo João sabia disso e jamais fez alguma citação em contrário, mas disse que as orações e petições fossem dirigidas a Deus em, nome de Jesus.

Qualquer que orar ou rezar a intermediários seja a quem for faz parte dos que são citados em 2 Coríntios 2:3-16: “E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório.

Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido; E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará”. Porque de nada lhe adiantou o plano de Deus para a sua salvação, já que não se verificou pare eles a entrada livre diante de Deus: E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras (Mateus 27:51); Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno (Hebreus 4:15-16); Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu. E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem (Hebreus 5:8-9); Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo (Hebreus 7:24-27); Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus (Hebreus 9:24); Cristo abriu o caminho e o livre acesso a Deus e isso nos permitiu ebtrar na presença de Deus e falar com Por fim um alerta, já que temos sido invadidos e intoxicados com doutrinas orientais. Uns buscam Alá e dão ouvidos a Maomé, outros a Confúcio, Buda etc., rezando mantras e fazendo sacrifícios que qualquer pessoa consciente refutaria. Não obstante, o Ocidente foi invadido por essas teorias, filosofias e doutrinas orientais cuja observância de nada serve ao espírito de quem o faz, antes pelo contrário abre uma porta para a livre entrada de torrentes contrárias à sã doutrina e ao evangelho de Jesus Cristo. São Paulo escreveu aos Colosenses 2:22-23; as quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas do homens, as quais têm na verdade alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. A todo o tipo de ginásticas, práticas de relaxamento e afins são alguns dos exemplos que o Apóstolo citou. Reforça em Hebreus 13:9; Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas que nada aproveitam aos que a elas se entregam.

E adverte em Efésios 4:14; Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrinas, pelo engano de homens que com astúcia enganam Este vazio no Ocidente foi criado pela rejeição do evangelho de Cristo e da sã doutrina e que o inimigo se aproveitou criando uma falsa esperança a todos os que a essas doutrinas e práticas orientais se entregam. A negligência do ser humano abre caminho à corrupção da alma e o transporta aos abismos mais tenebrosos onde reina o império da morte espiritual.

Basta ao caro leitor ler a sua Bíblia com cuidado para constatar estes ensinamentos. Não se precipite em fazer juízos apressados. Peça orientação a Deus nesse sentido. Esclareça-se com a Palavra de Deus. A Palavra de Deus está disponível em diversas versões que poderá confrontar e retirar os melhores ensinamentos para si. Peço a Deus que o esclareça, lhe dê inteligência e que o Espírito Santo o ilumine.

Creio que já temos instruções suficientes para saber as diferenças entre orar e rezar e saber a quem dirigir as nossas petições e acções de graças. Não se trata de introduzir uma doutrina nova. É apenas revelar o que a Idade das Trevas tornou obscuro à mente humana.

Obs. Este estudo foi baseado em considerações de vários autores.

Helder Flávio Gomes de Morais

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